Estudo VITACOV – A Vitamina D e a infeção COVID-19: o papel da genética dos Portugueses

In CCUL

Foi apresentado no “Summit Maio no Coração”, da Fundação Portuguesa de Cardiologia, o 1º Estudo sobre Covid-19 e a Vitamina D na população portuguesa.

É possível utilizar os genes associados à vitamina D e os níveis de vitamina D como marcadores de risco a uma resposta severa à infeção COVID-19?

Vários estudos científicos em todo o mundo têm vindo a demonstrar a relevância da vitamina D na resposta imunitária, associando o défice de vitamina D a um maior risco de infeções agudas. Por este motivo, a identificação de indivíduos com suscetibilidade para níveis mais baixos de vitamina D permite a adoção de uma estratégia preventiva, diminuindo os riscos de infeções e melhorando a saúde de uma forma global. Neste estudo científico, pioneiro em Portugal e no mundo, foi possível obter três resultados muito relevantes tanto para a população, como para os serviços de saúde. Coordenado pelo Centro Cardiovascular da Universidade de Lisboa, na pessoa do Professor Fausto Pinto, e em parceria com a empresa HeartGenetics, Spin-Off do Instituto Superior Técnico, na pessoa da Professora Ana Teresa Freitas, com a Nova Medical School, na pessoa da Professora Conceição Calhau, com a Faculdade de Medicina do Porto, na pessoa do Professor João Tiago Guimarães, e com o Instituto Gulbenkian da Ciência, na pessoa da Doutora Ana Portugal Melo, o projeto VITACOV foi financiado Fundação para a Ciência e Tecnologia, no programa “Research 4 Covid-19 Apoio especial a projetos de implementação rápida para soluções inovadoras de resposta à pandemia de COVID-19”.

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